domingo, 27 de dezembro de 2009

Orquestra Sapofônica do Cajuru

Noite quente de um sábado de primavera, no mágico estio após um aguaceiro no fim da tarde. A poucos metros à direita, uma lagoa rasa formada pelas águas da chuva e de um banhado no terreno vizinho, do outro lado da taipa de pedras meio submersa que corta a lagoa ao longo da divisa do campo. A mesma lagoa onde o Rosilho atolava até os joelhos para pastar o capim aflorando à superfície, e onde hoje pasta sozinha a Alazana.

O nome mais apropriado para a orquestra seria grilofônica, ou talvez cigarrafônica, mas ao vivo, pisando o capim molhado lá pertinho da lagoa, o coaxar se sobressaía aos cricrilos que, nesta gravação, porém, destacaram-se sobremaneira. Então, aumente o volume e saboreie um som que quase não se ouve mais na cidade, a barulheira de bichos na natureza. O som do mato.

Com vocês, a Orquestra Sapofônica do Cajuru!

8 comentários:

  1. Olá meu amigo. Só vc com a tua sensibilidade aguçada para ter a paciência em registrar a voz da natureza...Bjsss , tbém na família

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  2. Nossa, que berço de espécimes! Só a espécime humana que não dorme. rs
    Lindo!
    Ali de costas era a Nena? heheh
    Beijos
    Raquel Cordioli Mussatto

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  3. Adorei! me deu até um soninho, aqueles gostosos... que só dá quando a gente está no sítio... rsrs
    Bjs, Dani Mussatto

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  4. O prazer de registrar a sinfonia lá na beira da lagoa foi imenso, uma experiência que não tem preço. Obrigado pelo elogio e pelos beijos, Anônimo!
    Ari, é você?

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  5. E bota espécimes nisso, Raquel.
    Ali de costas é a Nena sim, entretida no assunto com nossos amigos do coração!

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  6. Puis, Dani...
    Imagine dormir embalado num som destes, é um sono só, acorda no outro dia revigorado! Um abração, e volte sempre!

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  7. Ai Ai ai que saudade....como e' bom escutar esta natureza,daqui do meio do gelo,pelo menos nem tudo esta perdido...

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  8. Como assim "que saudade...", Tiuspe? Acabou de sair daqui, caramba!! rsrsrs
    Mas se o teu caso é tão sério assim, "ôva" a bicharada de vez em quando prá matar a saudade...

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